Esse final de semana morreu Roberto Gómez Bolaños, o homem que nos revelou mostrado dois personagens: Chapolin, um herói desastrado por natureza e Chaves, a criança pobre e mal compreendida por todos. Sim, eu sou fã, e fiquei comovido com a morte dele. Sem trocadilhar muito com frases desses personagens e com um breve texto quero compartilhar coisas que o Senhor colocou no meu coração enquanto assisti as inúmeras homenagens feitas na TV e mídias sociais.

Chapolin representa todos nós, que todo dia sonhamos em ser heróis de capa vermelha ou com parafernálias de última tecnologia, mas somos pequeninos e desastrados. Porém, queremos realizar grandes feitos e esquecemos que do nosso lado existe alguém tão semelhante à nós: uma Criança Pobre. Chaves é a Criança Pobre que todo dia está com fome, clamando por atenção, por amor, e até mesmo por um sanduiche de presunto.

Me perdoem, a reflexão é curta, a comoção é grande! Quero que esse pequeno texto sirva  para nos levar a uma atitude prática de exercer nossa capacidade de heroísmo que todo dia podemos ter para com os humildes que tanto precisam de nós. E toda vez que rirmos assistindo Chaves e Chapolin, lembremos das crianças de rua que podemos alimentar, pois isso, sem querer querendo e mesmo com nossos desastres tão humanos, faz de nós grandes heróis!

Sigam-me os bons!

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