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Bater palmas em louvor e adoração a Deus não é pecado. Muito pelo contrário, é bíblico. Leiam:

“BATEI palmas, todos os povos; aclamai a Deus com voz de triunfo” (Sl 47.1).

Aplaudir é a forma mais singela de homenagem, tributo, honra, louvor e adoração dirigidos ao Senhor. Não bater palmas para evitar barulho na congregação colide também com a recomendação de usarmos instrumentos altissonantes. Vejam:

“Louvai-o [ao Senhor] com o som de trombetas; com o saltério e a harpa; com o adufe e a flauta; com instrumento de cordas e com flautas; com címbalos sonoros; louvai-o com címbalos altissonantes [que soa muito alto; pomposo, aparatoso]” (Sl 150.3-5).

     Assim como o ajoelhar-se expressa um sentimento de submissão, adoração e humildade diante do Senhor, o bater palmas e dar glórias a Deus são manifestações de uma alegria interior que se exterioriza. Todavia, tudo a seu tempo, de modo a não prejudicar o importante momento da Palavra.
Expressão de grande alegria manifestou Davi, quando levou a “arca de Deus para Jerusalém. Foi muito barulho:

“E disse Davi aos chefes dos levitas que constituíssem, de seus irmãos, cantores, para que com instrumentos musicais, com alaúdes, harpas e címbalos, se fizessem ouvir, levantando a voz com alegria. E todo o Israel fez subir a arca da aliança do Senhor, com júbilo, e ao som de buzinas, e de trombetas, e de címbalos, fazendo ressoar alaúdes e harpas” (1 Cr 15.16, 28)

       Ou seja: Davi usou tudo o que tinha direito. Mical ficou escandalizada porque seus ouvidos estavam acostumados ao silêncio palaciano (v.29).

Autor:  Pr Airton Evangelista da Costa
Fonte: Estudos Gospel

 

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