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Não havia liberdade em seu país. Não havia paz em sua casa. Poupada de ser abortada, Priscilla cresceu sob a opressão de um governo controlador e uma mãe egocêntrica. Não havia uma fuga, exceto o amor de seu pai, que a adorava e protegia. Inesperadamente, ele morreu. “Eu me senti traída. Senti-me sozinha. Não havia Deus”. Priscilla perdeu a única saída que ela conhecia. Até que outro homem com a mesma sinceridade, força e amor entrou em seu mundo e mudou sua vida.

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