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No século XIV a liderança da igreja Romana, teimava em manter a arca da fé fora dos rumos estabelecidos pela Sagradas Escrituras. Diante de tal situação, surgiram vozes de protestos, clamando por uma reforma na igreja. Estas vozes ou foram insuficientes, ou caladas pela fogueira. Mas o Deus todo poderoso, criou condições para que a reforma ocorresse.

Lutero, em 1505, com vinte e dois anos, resolveu torna-se monge agostiano. Sua justificativa para tal ato foi a de que o caminho mais adequado para salvação era através da Monástica. Mas no convento, ele não encontrou a paz que procurava, o sentimento de culpa fez com que ele se excedesse em jejuns, vigílias e flagelações, além do que procurava seu confessor a todo o momento.

No ano de 1913, Lutero deparou-se com o texto: “O justo viverá por fé” (Rom 1.17), e conclui que a “justiça de Deus”, não se refere ao fato de que Deus castigue os pecadores; mas, que a justiça do justo, não é obra sua, mas um dom, ou dádiva de Deus.

Ao ter os olhos abertos, Lutero passa a lutar contra tudo que se contradizia a Palavra de Deus, como: vendas de indulgências, flagelações, e soberania eclesiástica. Os seus questionamentos, fizeram com que os católicos ortodoxos o vissem como “um javali selvagem que penetrou na vinha do Senhor, um herege, destruidor da unidade da igreja.”

Ao perceber que o caminho do engano levava a multidão para o abismo, para o fundo do poço, Lutero se levanta contra o sistema, e no dia trinta e um de outubro de 1517, véspera de todos os santos, quando muita gente se caminhava para a igreja de Wittenberg, Lutero afixou, nas portas dessa igreja, as noventa e cinco teses.

O inimigo não quer que o homem tenha saúde, amor, cura, livramento e principalmente libertação . Pelo contrário ele quer que o homem continue no fundo do poço, pagando promessas, flagendo seu corpo, caminhando nas trevas, rumo ao abismo.

Lutero foi perseguido, mas permaneceu fiel em tudo aquilo que havia dito. O Imperador pediu para que ele se retratasse , se arrependesse. Ele falou: “É impossível retratar-me, a não ser que me provem que estou errado, pelo testemunho das Escrituras… Minha consciência está alicerçada na Palavra de Deus. Assim Deus me ajude. Amém”. Os partidários do Papa gritavam: fogueira, fogueira. Lutero foi excomungado, tendo que se exilar em um castelo na Alemanha, onde aproveitou para traduzir a bíblia.

Muitos conhecem teologia, filosofia, estudam latim, grego, hebraico. Mas devido ao tradicionalismo e a religiosidade, vivem contrariando a palavra de Deus, guiando multidões rumo ao engano, fazendo a vontade de satanás.

As pessoas estão perecendo por falta de conhecimento. (Oséias 4:06), não sabem que idolatria, feitiçaria, mentira, prostituição desagradam a Deus. Caminham sobre a face da terra, confiando em homens, adorando-os, colocando-os como deuses, santos, e tendo-os como mediador entre Deus e os homens. Confiam em carros, cavalos, homens. O fato de não conhecerem a palavra de Deus, faz com estes caminhem no escuro, em um mundo tenebroso. A qualquer momento, por não estarem protegidos, os dardos do inimigo atingirão os seus corações.

Muitos estão gastando rios de dinheiro com médicos, psicólogos, terapeutas, ou mesmo freqüentando seitas, tentando encontrar o caminho verdadeiro, o bálsamo para o coração machucado, a paz que alivia.

A humanidade precisa ter um encontro com o criador, ouvir a palavra de Deus, e deixa-la cair no coração, para que a fé possa ocorrer, a mente ser renovada, o tradicionalismo ser quebrado, o coração duro ser trocado, a libertação ocorrer, pois “o justo viverá por fé.”

Daniel Parrela
dparrela@hotmail.com.br
Pr aux Comunidade El Elyon
BH/MG

Fonte: http://www.webservos.com.br/inicio.asp

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