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Jesus Cristo disse que a qualidade de uma árvore se avalia pela qualidade do seu fruto: se o fruto é bom, a árvore é boa, mas se o fruto é mau é porque a árvore também é má. Portanto, se quisermos fazer uma comparação realista entre protestantismo, catolicismo, ateísmo e paganismo, temos que desconsiderar as aparências e analisar seus frutos nos diversos países que os adotaram.

Em termos práticos, toda religião tem como principal objetivo melhorar a qualidade de vida das pessoas que as seguem. Logo, se analisarmos a qualidade de vida dos diversos povos ao redor do mundo, teremos uma idéia da real eficiência de cada religião.

Quando comparamos países de maioria católica com países de maioria protestante, notamos uma melhor qualidade de vida nos países de maioria protestante (Inglaterra, Suécia, Estados Unidos, Finlândia, Dinamarca, Escócia, Noruega etc.) podemos concluir, então, que o modelo protestante é mais eficiente que o modelo católico. Na verdade, o que produz bons resultados é a parte genuinamente cristã que está contida em grandes proporções na ética e na moral protestante. Na cultura católica, a parte genuinamente cristã também existe, mas é em menor proporção. Segundo os protestantes, uma parte do catolicismo é constituída de antigas tradições do Império Romano. Tais tradições, meio pagãs, sufocam a parte realmente cristã diminuindo assim os seus bons resultados.

Se utilizarmos o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) para fazer uma análise nos diversos países ao redor do Mundo, concluiremos que os povos protestantes são os mais bem sucedidos. Em segundo lugar vêm os católicos tradicionais (França, Itália, Espanha…). Em terceiro lugar vêm os povos que receberam alguma formação cristã, seja protestante, seja católica, seja ortodoxa, porém são adeptos, também, de sincretismos pagãos, (se enquadrando aí o Brasil e vários outros países do Terceiro Mundo). Em último lugar, liderando o ranking de subdesenvolvimento, pobreza e miséria, vêm os povos adeptos de práticas pagãs consideradas satânicas. Os povos ateus, comunistas radicais atualmente em extinção, oscilam entre o terceiro e o penúltimo lugar.

Aqui, no Brasil, existem grupos de intelectuais e religiosos que não querem que o brasileiro conheça esses fatos. Os “intelectuais”, marxistas, tentam de todas as formas desvincular os resultados sociais e econômicos da base cultural e religiosa. Já um outro grupo, de religiosos tradicionais, prefere não tocar no assunto. Por isso, o brasileiro comum ainda não conhece essa importantíssima característica relacionada ao desenvolvimento de povos e nações.

Fonte: http://protestantes.renascebrasil.com.br

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